
O relato a partir da experiência dos docentes presente na referida reunião magna do Movimento da Escola Moderna teve a utilidade de servir de introdução à filosofia de trabalho da associação de professores em causa.
O congresso anual é espaço de formação, partilha e coperação. São professores como nós que relatam as suas práticas profissionais (workshops) e reflectem sobre grandes temas do ensino e da formação (plenários).
Não se sente a angústia e desalento daquelas formações com peritos que tudo sabem, tudo fazerm bem, que nunca se enganam, que não abrem o jogo. É motivador estar perante humanos, com sucessos e fracassos na sua prática lectiva. Os fracassos não são encarados como estigma.
O congresso permite sentir-se entre iguais (em contexto), saber como se organiza o modelo pedagógico do MEM, recolher informações, materiais, experiências, dicas, contactos, criar redes entre professores, entre outros: adquirir base teórica para sustentar práticas, reflectir sobre o estado do ensino e criar discurso ou narrativa sobre o fazer profissional e a profissão. Por isso, é muito útil para quem se inicia no modelo de diferenciação pedagógica do MEM.
E não há controlo de assiduidade. Quem vai ao congresso é porque quer estar lá.
Seguidamente, ainda houve tempo para uma breve apresentação sobre as estruturas do trabalho pedagógico segundo o modelo do MEM, conforme está a ser aplicado por dois dos docentes integrados na oficina de formação prestes a arrancar para o ensino das disciplinas.
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